08 maio 2011

Amor do tempo e de mãe

Saúdo as mães, os afagos da vida
Canto o brilho das flores do cerrado reunidas, coloridas.
Descanso no carinho incondicional e crescente das melhores irmãs.
Choro a saudade de me afogar no abraço forte do amigo, intocável amor.
Lembro das horas boas que eles me trazem. Remôo o bem que eles me fazem.
Cai então o medo, aquele que acovarda e encolhe.
Meus grandes amores me obrigam desvendar que até os maus dão pitaco na nossa grandiosa felicidade!
Quando a gente anda assim, jogado nos braços de Deus tudo concorre, recorre, se acerta, vira de ponta cabeça por uma alegria instalada ou que há de vir.
Aos meus seguranças eternos, aos que me velam, me defendem: meu eterno aplauso. Aos que me tentam a ferida: gratidão pela chance de ver o místico tranformar pesar em inacreditável contentamento.
Descobri que o tempo cuida da gente silencioso, sutil e sábio.
Já diziam as mães, o afago da vida!

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