10 setembro 2012

Fim de tarde na praia da Urca

O que que quer dizer quando nem um potinho inteiro de Mini Brownies fresquinhos só pra você dá jeito?
Vou começar um diário
Vou largar isso aqui de lado, porque não é mais eu.
Eu não conheço de perto a pior coisa do mundo,
mas deve ser 'quase a pior coisa do mundo' quando a pessoa não gosta do trabalho.
Eu odeio meu trabalho. Não a minha profissão. O meu trabalho. Aquele lugar para onde eu preciso ir, um dia sim, outro não, e que me faz ter muito sono e nem um pouco de tesão, pra nada, entendeu, Deus?
prá nada.
Nada é tudo. Digo, é missa, é reunião pública com passe no final, é retiro de meditação, é yoga ou corridinha, caiaque e até circo. Tudo isso sem graça. Tudo é cama, é samba, é praia, é amigos, e é amor. Coitado! Deve ser o que mais sente. Vê de perto quem eu era e quem estou.
Uma chata, sem ânimo, sem estima (a auto), sem atitude.
Chega. Hora do banho e de voltar prá lá. Aquele hospital de ponta, o mais rico da cidade, onde paciente = dinheiro, e tem um monte de gente acomodada, frustrada, sem sonho, sem objetivo.

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