Conhecido, Sabido, de cor e salteado
Eu perdi. O rumo, o jeito, o mapa.
E foi quando tudo ficou silêncio, quando o som da vigília secreta foi embora,
que o sentido da perda apertou.
Tinha uma ponte perene, certa que estaria sempre lá. Segura, tranquila, inabalável.
Mas, nessas de brincar de ir e voltar carregando as florzinhas do mato e só espiar de longe, deu aquele medo rápido e forte de quando o chão foge um pouquinho - ela simplesmente sumiu!
Perdi o chão, o rumo, o jeito, o mapa.
Quanto, quanto caminho perdido na vida quando se perdem corações incondicionais!
(-Como é mesmo que escreve? "decór e salteado"? - hein?! - não sei ué, a vida inteira eu só falei, nunca escrevi, você que já deve ter lido, me diz rápido vai! pra eu terminar. ( e não morrer de vergonha agora, pra variar, das minhas topeirices inadmissíveis, e não conseguir mais disfarçar...))
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