01 julho 2012

A novela da flor que se achava sã.

Já diziam as boas línguas...
Saudade é pra quem tem.
E para toda Orquídea que existe: um jardineiro fiel.
Depois de entregar os olhares, os cuidados, a alma, nada mais pode acontecer.
Ah! Bendita raça humana, eterna descontente!
será que é doença?
Então se afunda num livro, numa reza, numa montanha de neblina de uma janela friorenta.
Ainda bem que pra essa gente (doida), o mundo arruma seus remédios!

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