05 novembro 2011

Reforma íntima

Junto com esse velho-novo sopro de brisa floresceu a Violeta da minha janela.
Coincidência?
Não. Sutileza, bondade, carinho.
Conheci um novo lugar de se rezar, e de lá, para minha imensa surpresa, saiu muita paz e alívio, e uma doce lembrança. A daquele coração estrelado, o amor de outrora "atemporal e independente", carregando o descanso de ocupar, finalmente, seu lugar no passado. Me apareceu com o seu jeito de sorrir singelo para o mundo e me fez entender de onde é que isso vinha. Onde afinal ele buscava equilíbrio e harmonia.
Eu, com todo o meu amor, aquele mais puro, imune aos derretimentos da paixão, desejei pelo pensamento todo o bem que cabia em mim naquela hora.
E quanto ao resto, está tudo certo, sempre esteve. Deus anda colado comigo, mesmo que eu me descabele na teoria da conspiração dando mais ouvidos ao desequilíbrio alheio do que à minha harmonia.
Eu apenas preciso compreender melhor sobre isso de ser adulta na fé. Sobre o que fazer com essa magnitude absurda que a espiritualidade é, gratuitamente, na minha vida. No final acaba como sempre, os meus encantos nos encantos d'Ele. Papai, meu mimador e Mestre.

Um comentário:

  1. Florisbela, agora eu falo por aqui... acho que vou aproveitar mais as palavras desse lado!

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