Eu não quero mais falar de paixão.
Sempre achei a liberdade o único bem perene de qualquer ser respirante neste mundo.
Às vezes quando a gente decide que gosta especialmente de algo, ou de alguém, essa liberdade vai embora, ou melhor, se esconde bem escondidinha e parece sugar o Oxigênio da atmosfera.
Logo faz de você um claustrofóbico fugitivo.
Sempre achei a liberdade o único bem perene de qualquer ser respirante neste mundo.
Às vezes quando a gente decide que gosta especialmente de algo, ou de alguém, essa liberdade vai embora, ou melhor, se esconde bem escondidinha e parece sugar o Oxigênio da atmosfera.
Logo faz de você um claustrofóbico fugitivo.
Quando a gente decide que gosta especialmente de algo, ou de alguém, sai abrindo portas de lugares que não deveriam ser visitados. Tem coisa que é só nossa e, na maioria das vezes, o outro (sem culpa, coitado!) não sabe bem o que fazer com nossas pérolas ou dejetos escondidos.
O problema do amor é a diferença dos detalhes e traços com os quais ele se desenha, os restos deixados no emaranhado da nossa memória.
O problema do amor é, invariavelmente, supor que uma coisa real será tão bonita quanto no imaginário. Desse jeito, sempre haverá alguém guardado por lembrança.
Senhoras e senhores, viajemos pelo mundo. Isso sim é viver!
Mesmo dentro de nossos quartos, de nossos livros, de nossa mente.
E como não tem jeito, amemos mesmo assim.
O Bem e as nossas complexidades devem valer a pena no final.
O problema do amor é a diferença dos detalhes e traços com os quais ele se desenha, os restos deixados no emaranhado da nossa memória.
O problema do amor é, invariavelmente, supor que uma coisa real será tão bonita quanto no imaginário. Desse jeito, sempre haverá alguém guardado por lembrança.
Senhoras e senhores, viajemos pelo mundo. Isso sim é viver!
Mesmo dentro de nossos quartos, de nossos livros, de nossa mente.
E como não tem jeito, amemos mesmo assim.
O Bem e as nossas complexidades devem valer a pena no final.
Nenhum comentário:
Postar um comentário