Sabia que tinha alguma coisa esquisita que estava deixando passar.
Até que veio a voz de veludo do Marcelo Camelo pronunciando 'morena', como quem tem o dom de entrar na alma da gente. E me lembrou a mania de invadir meu ser pelos olhos. De roubar tudo o que tem dentro, vasculhar todos os cantinhos em um suficiente segundo, a tornar fracassada qualquer investida de fuga. Me lembrou a foto em preto e branco a sete chaves.
Uma mágica, misturada aos aromas e ervas de aflorar os sentidos, a fazer duas essências conversarem pelos poros.
Ouvi "Sapato Novo" como se fosse na tua voz. Porque o teu discurso seria exatamente esse, ainda hoje. Cada linha, cada pausa, cada ponto.
A arte que te fascina, o timbre que nos embalou, me lembrou que, de novo, era Janeiro.
Até que veio a voz de veludo do Marcelo Camelo pronunciando 'morena', como quem tem o dom de entrar na alma da gente. E me lembrou a mania de invadir meu ser pelos olhos. De roubar tudo o que tem dentro, vasculhar todos os cantinhos em um suficiente segundo, a tornar fracassada qualquer investida de fuga. Me lembrou a foto em preto e branco a sete chaves.
Uma mágica, misturada aos aromas e ervas de aflorar os sentidos, a fazer duas essências conversarem pelos poros.
Ouvi "Sapato Novo" como se fosse na tua voz. Porque o teu discurso seria exatamente esse, ainda hoje. Cada linha, cada pausa, cada ponto.
A arte que te fascina, o timbre que nos embalou, me lembrou que, de novo, era Janeiro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário