Como a lona colorida do circo da vida
Os tecidos e liras hipnóticos e leves
Como a poesia que compõem
As rimas e gingas inquietas e belas
Cada passo cego dessa loucura
Azul, vermelha, violeta
Branca,
é belo, pode ver.
Como o dourado dos bons sambas
Os apertos de saudade, lágrimas de alegria
Todas as cordas, os sopros, as percussões
Um uníssono de riso e paz
Um celebrar o ser
O humano, e tudo o que ele traz.
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